quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Ultima Hora: Peixes mortos no Rio Almonda
* E sem medo e tabús manda o seu próprio bit, tal como tantas e tantas vezes o seu filho mais novo o faz!
Os Melhores Amantes do Mundo
Os melhores e os piores amantes
Eis a lista piores amantes do Mundo:
1- Alemanha, cheiram mal.
2- Inglaterra, muito preguiçosos.
3 Suécia, muito rápidos.
4 - Holanda, demasiado dominadores.
5 - EUa, demasiado brutos.
6 - Grécia, demasiado dramáticos.
7- País de Gales, muito egoístas.
8 - Escócia, demasiado barulhentos.
9 - Turquia, demasiado doces.
10 - Rússia, muito peludos.
E os melhores são:
1. Espanha.
2. Brasil.
3. Itália.
4. França.
5. Irlanda.
6. África do Sul.
7. Austrália.
8. Nova Zealândia.
9. Dinamarca.
10. Canadá.
Dos portugueses não constam registos na sondagem. Se é tranquilizador não aparecer entre os piores 10 amantes do Mundo, o orgulho macho português pode até ficar melindrado em ver espanhóis e italianos a subir na bolsa de amantes "calientes".
Para o ano o primeiro lugar é nosso!!!
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Fenómeno
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Heil!!
domingo, 27 de setembro de 2009
Ultimos bitaites
Estamos abertos a palpites até às 18.59.
PS: 38
PSD: 30
CDS: 11
BE: 12
CDU: 8
OUTROS: 1
sábado, 26 de setembro de 2009
Jodo d´Abola
Liga privada : Paroxismo League
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Perfil dos Estudantes de Medicina

Não querendo com isto ganhar nenhum tipo de batalha, deixo aqui os dados possíveis para a vossa perspicaz avaliação.
Se tiverem melhores dados recomendo que os publiquem.
A fonte é da tese de mestrado da Dra. Elizabete Maria Ferraz Loureiro da Universidade do Minho.
*Técnico superior considera-se frequência
no Ensino superior.
Ps: Este estudo não é exacto, tal como a estatística não o é!
Capitalismo Vs Pós Modernismo
Estágios são forma de escravatura
Sem remuneração e com atribuição de funções desadequadas aos recém-licenciados, estágios são entendidas como uma forma de exploração
Para Natália Alves, socióloga e professora auxiliar na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, concluir um curso como o de Direito, que até há pouco tempo era de cinco anos, "e ainda ter mais dois anos em que se trabalha a custo zero" leva os jovens "a protelarem os seus projectos de vida".
"É, de alguma forma, manter a vida em suspenso", assinalou, considerando que não pagar aos estagiários sob o pretexto de que estão num contexto de formação "é uma exploração da mão-de-obra", pois, no caso do Direito, "se é certo que eles não são tão produtivos como um advogado com experiência, a verdade é que eles produzem".
Natália Alves, que lecciona e investiga nas áreas de Sociologia da Educação e Formação de Adultos, opõe-se também ao argumento de que a entidade que acolhe os estagiários "lhes está a fazer um favor" por estes necessitarem do estágio para exercerem profissões regulamentadas como Advocacia, Arquitectura, Engenharia, Jornalismo.
"Por mais desqualificadas que sejam as funções, o facto é que eles estão realmente a trabalhar", destacou, lamentando que muitos estagiários fiquem "completamente enredados numa teia da qual se torna difícil sair".
Membro da unidade de Investigação e Desenvolvimento de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, Natália Alves questionou ainda o facto de - como sucede em algumas sociedades de advogados - 15 licenciados estarem a estagiar em simultâneo.
"O estágio é suposto ser um período de formação e uma sociedade [de advogados] que tem 15 licenciados ao mesmo tempo é duvidoso que consiga assegurar a qualidade da formação", sublinhou a socióloga.
"A palavra exploração, com todo o seu sentido e significado, é a que melhor se adequa a estas situações. É uma exploração de colarinho branco e nem mesmo me repugna o uso do termo escravatura", concluiu.
Também Elísio Estanque, investigador do Centro de Estudos Sociais, laboratório associado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, se afirmou apreensivo com a condição dos estagiários.
Para o investigador, esta situação "insere-se no problema mais geral da precariedade crescente no mercado de trabalho" e é "o reflexo de culturas de prepotência e de abuso de poder".
Em declarações à Lusa, Elísio Estanque assinalou que a utilização abusiva de um período que devia ser de formação pode estar também relacionada com "clivagens entre 'status' académicos de grande valor simbólico - o dos estagiários - e baixas qualificações/formação de chefias e sectores ainda relativamente estáveis".
"Isso faz com que se descarregue alguma frustração sobre o jovem estagiário e inexperiente", afirmou.
O estagiário, por ser "aquele que mais precisa dessa pequena experiência - mesmo sendo frustrante - para acrescentar uma linha ao currículo que pode dar acesso ao tão sonhado emprego", acaba por ser "o elo mais fraco", na opinião do sociólogo, que coordenou o programa de doutoramento em Relações de Trabalho, Desigualdades Sociais e Sindicalismo.
Elísio Estanque considera que, "num cenário de incerteza e de pessimismo face ao futuro, as empresas tentam proteger-se aproveitando os recursos mais à mão e menos dispendiosos" mas essa situação é passível de gerar "insatisfação, mal-estar e desmotivação pelo trabalho, acentuando o pessimismo e também o individualismo negativo suportado por sentimentos de ansiedade e de medo".
"Se a aposta na formação e qualificação dos portugueses vier a ser levada a sério, é necessário que isso se conjugue com boas práticas na liderança das instituições/empresas e que estas passem a orientar-se para proporcionar aos empregados e também aos recém-formados (estagiários) o acesso a uma efectiva estabilidade e oportunidade de carreira perante o mérito e a competência demonstradas", declarou.
Lembrando que "o acesso ao emprego e o exercício profissional continuam a ser o eixo principal de conquista de respeito e dignidade social, além do meio insubstituível para garantir subsistência e autonomia económica", o investigador apontou a existência de novas formas de "servilismo e dependências laborais".
O problema atinge "um amplo leque de situações e categorias sócio-profissionais" e, "se não for travado e interdito rapidamente, pode redundar em novas formas de rebelião e revoltas de consequências imprevisíveis", antevê.
"Em termos políticos, tais situações põem em risco a consolidação da cidadania, o que, aliás, vem acontecendo, levando as camadas mais jovens ao desinteresse pela vida cívica e política", rematou.
Fonte: www.jn.pt
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Fantasy Football - Champions!

Meus caros façam o registo aqui!
Depois é só fazer join private league.. e inserirem o código --> 210992-42336
..Ah, toda a gente so pontua na segunda jornada portt esta tudo em pé d igualdade!!
Beijos e Abraços.
PS: Se alguem tiver o mail do ex-assessor do cavaco, por favor envie-lhe o código que o senhor esta em casa sozinho e tristinho como a noite! FERNANDO ÉS O MAIOR!!
sábado, 19 de setembro de 2009
Francisco

Francisco Louçã comentou, este sábado, a notícia do Expresso que dá conta que o próprio já investiu em planos de poupança reforma (PPR), apesar de agora defender o seu fim. «Não há telhados de vidro no Bloco de Esquerda», garantiu.
«É por ter conhecimento de causa que eu falo. Eu não tenho de discutir o meu sistema financeiro, mas ainda bem que é conhecido, é um favor que me fazem. As pessoas ficaram a saber que a minha poupança de uma vida inteira são 30 mil euros», explicou.
O coordenador nacional do BE assegurou que não defende o seu interesse privado, pelo que não quer benefícios fiscais para o seu PPR: «Eu não os quero, porque defendo interesse de todos. E por isso digo às pessoas que têm perdido dinheiro nos PPR nos últimos seis anos.
Louçã esclareceu ainda que, em 2008, passou o seu dinheiro para um sistema de certificados de reforma pública, «que garante oito por cento às pessoas». «Os PPR dão zero, só dão comissões aos bancos. Os bancos estão a levar o dinheiro das pessoas. O meu dinheiro? O de toda a gente», acrescentou.Fonte: http://cicuta-fresca.blogspot.com/
